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Orientação para os pais
Fase Oral
Como tirar a chupeta (de 1 a 6 meses a 2 anos)
A chupeta deve ser dada à criança, enquanto
ela é ainda um bebê, principalmente se ela não mama
no seio. Deve vir como complementação da necessidade de
sucção, necessidade esta que a criança deve preencher.
Quando isto não ocorre, ela fica irritada e inquieta.
No entanto, geralmente a chupeta vem substituir a atenção,
o afeto e o carinho que os pais não dão de maneira competente
para a criança. É comum a criança chorar por alguma
coisa que não pode obter e, em resposta à sua solicitação,
ganhar uma chupeta na boca. Isto faz com que a criança passe a
associar a chupeta à compensação dos seus desprazeres.
Não é raro vermos uma criança com várias chupetas
na mão, numa substituição direta de sua carência
afetiva. Dar atenção à criança, aos seus pequenos
problemas, brincar com ela, se interessar por ela, dar-lhe objetos e brinquedos
adequados à idade, faz com que ela se sinta amada e, em se sentindo
amada, se sinta segura. Não necessitará então de
se apoiar em um objeto, que nunca a deixará na mão. É
preciso além disso, limitar o número de chupetas à
disposição, tomando sempre o devido cuidado para que estes
"vazios" afetivos sejam preenchidos. À medida em que
as chupetas usadas, ficam murchas e sem graça, tornando-se portanto
um objeto que não transmite tanto prazer, devem ser substituídas
por algo bem mais sedutor, os pais com seu afeto e atenção.
Como tirar a mamadeira (de 1 a 6 meses a 2 anos)
Se a criança mama no seio, a mãe deve dar
preferência à colher para complementar sua alimentação.
À medida que o bebê cresce, desenvolve recursos para manejar
adequadamente o copo ou a colher. Não há nenhuma justificativa
para aquelas mães que preferem manter a criança mamando
até idade avançada, certas de que desta maneira estão
alimentando os seus filhos. Se esquecem no entanto, que muito mais importante
do que o alimento que vai dentro da mamadeira é o afeto que deveria
acompanhar pacientemente os alimentos sólidos dados à criança
pela mãe, e o tempo que ela investe em acompanhar e promover o
crescimento da criança.
Em não podendo ter a mãe, seus carinhos e atenção,
a criança passa a desejar objetos que efetivamente a substitui.
Os pais devem perceber este comportamento inadequado da criança
e procurar, o quanto antes, substituir o leite na mamadeira pelo leite
no copo ou em forma de papas, onde a criança perceba que a mãe
está envolvida não só no preparo do alimento mas
também no ato de dá-lo. Pode não ser tão cômodo
quanto a mamadeira, mas traz resultados bem mais satisfatórios
para a relação.
Fase Anal
Tirando as fraldas
Dentro do processo do desenvolvimento infantil, o controle
do xixi e cocô é uma etapa importante que vem suceder a fase
oral. É chamada de fase anal. Cada momento do desenvolvimento infantil
é acompanhado do crescimento, maturação e adequação,
seja dos componentes psíquicos, seja dos componentes físicos
e orgânicos. A criança deve desenvolver-se harmoniosamente,
resolvendo cada etapa para, então, proceder-se o desenvolvimento
da etapa seguinte.
Cabe ao adulto, que acompanha o processo de maturação da
criança, diagnosticar o momento certo e adequado para então
estimulá-la a vivenciar tais etapas e superá-las. É
natural observamos alguma resistência da criança ao se defrontar
novas experiências que compõem as novas etapas. Isto acontece
porque ela ainda não se sente competente o suficiente para desempenhá-los
a contento. A insegurança afetiva e o medo de não corresponder
a determinadas expectativas geram na criança a vontade de permanecer
como está, garantindo, com isso, a sua condição de
bebê muito amado. O processo não deve ser feito de forma
abrupta e repentina. Está claro que à medida que o bebê
vai crescendo modificam-se as suas exigências com relação
ao meio que o rodeia e devem modificar-se também as respostas do
meio ao bebê. A forma de tratamento da criança deve evoluir,
assim como deve melhorar o nível de exigência do adulto em
relação a ela. É natural que o bebê, antes
tão dependente do leite na mamadeira para se alimentar e da chupeta
para se acalmar, já esteja apto a desenvolver outros recursos que
lhe permitem alimentar-se e relaxar-se sem o uso de muletas.
Se a criança permanece ainda presa a esta etapa, apesar de já
estar próxima dos 2 anos, é porque, seguramente, por comodismo
ou não, o estímulo para a aquisição de novos
comportamentos foi insuficiente. Para que a criança possa ter condições
de superar todas as dificuldades, os pais devem desafiá-la sempre
com propostas de comportamentos novos.
Quais seriam, então, esses desafios? Aqui vão algumas sugestões
que devem ser postas em prática a partir de 1 ano e 6 meses:
1 - Berço: a criança deve ter a sua própria cama;
2 - Chupeta: nunca deve ser usada como compensação afetiva;
3 - Paninhos e bichinhos: os chamados objetos intermediários.
A criança não deve ter necessidade de um objeto para intermediar
a sua relação com o meio. Se ela se apoia em alguns desses
objetos, deve ser motivo de uma cuidadosa observação;
4 - Mamadeira: nesta idade, a criança já é capaz
de alimentar-se com a colher e o copo. A mamadeira é usada simplesmente
porque a mãe assim o deseja, e a criança acaba, por fim,
associando-a com afeto e carinho.
5 - Banho sozinha: a criança deve ou deverá ser estimulada
a tomar banho de ducha sozinha aprendendo a usar adequadamente o sabonete,
o shampoo a se apoiar na alça de apoio e a se manter sempre dentro
do tapete anti derrapante, para evitar acidentes.
Prática de esportes
A prática de esportes propicia:
- maior desenvolvimento psicomotor e consciência
corporal;
- melhor desenvolvimento psicológico para enfrentar
e superar obstáculos, adquirir auto-domínio, auto-confiança,
atenção, concentração e percepção;
- a formação da personalidade;
- melhor desenvolvimento do tônus muscular, aumento
de capacidades físicas (flexibilidade, velocidade, impulsão
de braços e pernas, potência e força);
- melhor adaptação ao meio social, aflorando
as noções de cooperação, responsabilidade
e disciplina.
Sabendo disso, o Ponto Omega firmou parcerias para oferecer
algumas modalidades a nossas crianças.
Natação
A natação infantil, que pode ser iniciada
aos 6 meses de idade, trabalha a técnica, o reforço do sistema
cardiorespiratório, a sociabilização, o desenvolvimento
psicomotor, a construção do esquema corporal e o processo
de maturação da criança.
Em parceria com a 4Fit Academia, o Ponto Omega oferece o ensino/aprendizagem
da natação de forma descontraída, prazerosa, eficiente,
e com resultados mensuráveis, favorecendo a diversão e a
promoção da saúde e, principalmente, o aprendizado
da natação técnica específica, através
de um programa de Natação ministrado por profissionais da
área de psicopedagogia, pedagogia e especialistas em natação
infantil.
Ginástica
olímpica
O objetivo da prática da Ginástica Olímpica
é dar oportunidade à criança de viver experiências
diversificadas de situações e movimentos para o desenvolvimento
de consciência corporal, coordenação, agilidade e
habilidade, além do estímulo ao desenvolvimento específico
de potência, força e flexibilidade.
Destinada a todas as crianças, auxilia na formação
dos indivíduos no aspecto biológico, psicológico
e social. Na YASHI - Academia de Ginástica Olímpica, as
crianças exploram as suas necessidade de movimento, e recebem um
estímulo natural ao seu crescimento. |